Barco ensina como cuidar da Baía de Guaratuba
O Barco Escola sai da Praia das Caieiras com um grupo de até 16 pessoas.
Podem participar crianças, adultos e idosos.
Joyce CarvalhoQuem atravessa a Baía de Guaratuba com o ferryboat vê aquela imensidão, mas não tem ideia das riquezas que estão embaixo d’água, ao seu redor e no céu. A baía abriga diversas espécies de animais, como peixes, aves e crustáceos. Só que a área também sofre com a poluição.
Centro-Oeste perde mais com clima quente, diz estudo
Prejuízo em Mato Grosso, polo de agronegócio, pode chegar a R$ 333 bi até 2050, devido principalmente à escassez de água
Estimativa integra nova fase do relatório "Economia do Clima", primeiro a fazer no Brasil o cálculo do custo do aquecimento global
Giuliana Miranda
O Centro-Oeste sofrerá as maiores perdas econômicas do Brasil, em termos proporcionais, com aquecimento global. Até 2050, o prejuízo pode atingir R$ 639 bilhões, o equivalente a dois anos e meio de crescimento. Só em Mato Grosso, principal polo do agronegócio da região, o valor chega a R$ 333 bilhões. É como se o Estado parasse de gerar riquezas durante mais de cinco anos.
Missão da ONU conclui que a mina de Caetité é segura e não provoca danos ao meio ambiente
A missão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) – órgão da ONU –, denominada UPSAT (sigla em inglês para Grupo de Avaliação de Unidades de Produção de Urânio) concluiu que as atividades da mina de urânio das Indústrias Nucleares do Brasil, em Caetité (BA) atendem a todos os requisitos de segurança e que não provocam nenhum impacto significativo ao meio-ambiente da região.
Plástico está presente em todo Atlântico Norte, dizem pesquisadores
 Cientistas marinhos encontraram fragmentos de plástico em todas as amostras de água do oceano obtidas na perna inicial da travessia do Projeto 5 Gyres (Giros), o primeiro estudo global sobre poluição marinha por plástico. “Todas as amostras obtidas da superfície no meio do Atlântico continham fragmentos de plástico, não importava aonde deixávamos cair nosso equipamento de arrasto,” disse Anna Cummins. A residente de Santa Monica, Califórnia, velejou através do Atlântico Norte entre St. Thomas, na Ilhas Virgens, EUA e as Bermudas, para lançar o projeto com seu marido o Dr. Marcus Eriksen.
31º Congresso Brasileiro de Espeleologia
 O 31° Congresso Brasileiro de Espe-leologia (31º CBE) será realizado de 21 a 24 de Julho de 2011, na cidade de Ponta Grossa, no Paraná, e terá como tema central “Espeleodiversidade: Ensino e Conservação”. A escolha desta temática reflete a preocupação em discutir estratégias que conjuguem atividades pedagógicas e de pesquisa, com ações que visem proteger a diversidade espeleológica do Brasil. Esta edição do congresso é organizada pelo Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE) com o apoio da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Universidade Estadual de Londrina (UEL).
O ocidente e a ocupação do espaço
 Arthur Soffiati - Ecologia e História -
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Nenhuma sociedade ocupou o espaço tão irresponsável e violentamente como a ocidental. Fiquemos com a estimativa conservadora de que a humanidade formada pela nossa espécie – o “Homo sapiens” – conta com 120 mil anos de idade. Constataremos que 110 mil anos foram vividos por sociedades paleolíticas, que dispunham de técnicas e tecnologias rudimentares para lidar com o ambiente. Por esta razão, a natureza se afigurava a elas como demasiado presente em suas vidas e por elas era adorada como sagrada.
O código florestal e as eleições de 2010
| Mário Cesar Mantovani - Diretor de Mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica |
 Para aqueles que se preocupam com o futuro da sociedade brasileira, o ano de 2009 termina sem a sensação de alívio. A ameaça ao Código Florestal Brasileiro atravessou o ano e segue rumo ao cenário pós-Copenhague. Durante os últimos meses, mantivemos marcação cerrada ao projeto de lei 6.424, de 2005, que pode causar enorme retrocesso ambiental. O texto, de relatoria do deputado Marcos Montes (DEM-MG), com os apensos PL 6.840/2006 e PL 1.207/2007, propõe a alteração do Código Florestal (Lei 4.771, de 1965), permitindo flexibilidades perigosas.
Uma decisão de bom senso
| Edis Milaré, Consultor Jurídico em Direito Ambiental |
 Em 11 de dezembro de 2009, o Diário Oficial da União publicou o decreto federal 7.029, que institui o Programa Federal de Apoio à Regularização Ambiental de Imóveis Rurais, denominado “Programa Mais Ambiente”, que pôs fim ao sobressalto que tirava o sono de quase cinco milhões de famílias de pequenos e médios agricultores, correspondentes a 95% dos proprietários rurais do país: a ameaça iminente de se tornarem infratores ambientais por “decurso de prazo”.
Código florestal: modernização ou retrocesso?
| Eduardo Ciriello - Diretor da Tropical Flora Reflorestamento |
 Analisando o Código Florestal Brasileiro de 1965 pelo ângulo do empreendedor florestal e dos empreendimentos agrícolas em geral, podemos citar dois pontos que se destacam como impasses aos empreendimentos: a questão da definição das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e dos percentuais de Reserva Legal. Neles se concentram os pilares de disputas e discussões entre ambientalistas, empreendedores e produtores rurais. O setor florestal se destaca como o mais adequado ao Código Florestal.
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