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Curso de Jornalismo Ambiental (online) - 1ª Turma

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A Proposta é capacitar jovens jornalistas e líderes comunitários para formar uma rede nacional de colaboradores voluntários que, a convite e pedido das Organizações parceiras da Agência REBIA, produzirão textos e imagens sobre eventos, denúncias, ações, resultados de projetos, etc., das Organizações da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, material de divulgação a ser distribuído através da Agência de Notícias Socioambiental para uso gratuito, apenas citado a fonte e autoria.

Esta AGÊNCIA DE NOTÍCIAS será uma alternativa de produção e distribuição para uso gratuito de matérias, imagens, artigos de opinião, campanhas, denúncias socioambientais do interesse da cidadania e das organizações do Terceiro Setor - especialmente para evitar bloqueios e censuras locais ou quando a mídia tradicional não se interessa em pautar e dar espaço para estes temas.

No caso de não aproveitamento do material por nenhuma mídia interessada, a REBIA irá publicar com exclusividade na íntegra no Portal do Meio Ambiente e no todo ou em parte editada na Revista do Meio Ambiente. A REBIA destinará uma parte da tiragem para que a organização pautada e o autor da matéria possam distribuir gratuitamente em seus locais de interesse.

A primeira edição do Curso de Jornalismo Ambiental ocorreu de 23 de abril e 20 de junho de 2009 e foi promovido pela Rede Brasileira de Informações Ambientais (Rebia) – www.rebia.org.br , com aporte da Fundação Avina - www.avina.net , e em parceria com diversas entidades do jornalismo ambiental brasileiro e da América Latina e reuniu, através da plataforma virtual Taking IT Global (TIG), especialistas das mais diversas áreas de comunicação e meio ambiente.

Duração (da 1ª edição do curso) – de 23 de abril a 20 de junho 2009 – É esperado que os jovens participantes possam dedicar 3-4 horas por semana entre o período de duração da capacitação, e que os jovens realizem um produto jornalístico semanalmente. Os melhores produtos serão divulgados em sites nacionais que são parceiros deste Projeto.

Público-Alvo – O Plano de Capacitação de Jovens Jornalistas Ambientais foi concebido para estudantes e novos jornalistas e profissionais da comunicação que estejam nas diversas universidades do Brasil e tenham interesse na temática do jornalismo ambiental.
Alunos aprovados nesta primeira edição:
  • Ana Carolina Amaral / Bauru-SP
  • Adrielle Mendes / Natal-RN
  • Bruna Righesso / Curitiba-PR
  • Camila Perrud / São Paulo-SP
  • Caroline Abreu / Porto Alegre-RS
  • Clara Corrêa / Salvador-BA
  • Cristiane Barrionuevo / Florianópolis-SC
  • Danielle Lima / Niterói-RJ
  • Daniel Negreiros / Fortaleza-CE
  • Débora Drummond / Minas Gerais
  • Erik Bernardes / São Paulo-SP
  • Isabelle Azevedo / Fortaleza-CE
  • João Fati / Brasília-DF
  • Josiele Souza / Florianópolis-SC
  • Juliana Campos / Ubá-MG
  • Laís Falcão / Maceió-AL
  • Larissa Bezerra / Belém-PA
  • Larissa Gomes / Brasília-DF
  • Larissa Teixeira / Fortaleza-CE
  • Luis Covini / São Paulo-SP
  • Luiz Soares de Souza / São Paulo-SP
  • Lydia Minhoto / São Paulo-SP
  • Mariana Alcântara / Salvador-BA
  • Mariana Belmont / São Paulo-SP
  • Murilo Alves Getel / Salvador-BA
  • Natália Regazzo / São Bernardo dos Campos-SP
  • Rafael Abreu / Porto Velho-RO
  • Raissa Nascimento / Recife-PE
  • Renata Lopes / Barreiras-BA
  • Tássia Correia / Salvador-BA
Ouvintes:
  • Carolina Carvalho (Ouvinte) / Rio de Janeiro-RJ
  • Carolina Ribeiro (Ouvinte) / Rio de Janeiro-RJ
  • Fernanda Bugallo (Ouvinte) / Indaiatuba-SP
  • Gilberto Borges (Ouvinte) – Brasília-DF
  • Marcelo Iha / São Paulo-SP


Textos e Materias dos Alunos

Concebido para estudantes e novos jornalistas e profissionais da comunicação que estejam nas diversas universidades do Brasil, o Plano de Capacitação de Jovens Jornalistas Ambientais - http://projects.tigweb.org/rebiajovem, que é promovido pela Rebia, com aporte da Fundação Avina, e em parceria com diversas entidades do jornalismo ambiental brasileiro e da América Latina, apresenta abaixo as primeiras matérias dos seus jovens participantes.

Centrando no debate sobre a questão da informação e da participação da sociedade na tomada das decisões ambientais, o plano tem, entre seus objetivos, constituir uma plataforma de intenso intercâmbio de experiência entre profissionais de comunicação e da temática ambiental, articulando estreitamente com eventos em que o jornalismo ambiental esteja presente, além de proporcionar aos jovens participantes uma melhor percepção e formação na temática ambiental. O plano ainda tem como meta sensibilizar os jovens sobre a importância do trabalho da comunicação juntos às ONGs ambientais.

O nosso próximo passo é articular e formar uma Rede de Colaboradores e Jornalistas Voluntários que, a convite e a expensas de organizações do Terceiro Setor que atuam no setor socioambiental, e que enfrentam o bloqueio da mídia tradicional, possam produzir matérias e imagens de qualidade voluntariamente. Até este momento já foram realizadas sete webconferências e participaram dos debates jornalistas como a Mônica Pinto (Instituto EcoClima) e o Hernán Sorhuet (El País – Montevidéu) e participarão especialistas como Wilson Passeto (Água e Cidade).


Um verde vazio de águas

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Um lago vazio. Um problema visível a olho nu.
O que o acidente no Parque da Aclimação mostrou à população paulistana

Lydia Minhoto

Para sair de casa com o carro, em São Paulo, é preciso ponderar. Dependendo da distância e do itinerário entre os lugares, é certo que você irá subtrair bons minutos do seu dia para ficar parado no trânsito. Alguns paulistanos, para aplacar o estresse, já desenvolveram técnicas de aproveitamento desse ‘tempo perdido’: é hora de ouvir o noticiário da rádio ou colocar a agenda em dia. Se, no caminho, você ainda tiver que incluir no seu ‘passeio’ as marginais dos rios da cidade (Pinheiros e Tietê), no pacote vem, além do trânsito, do barulho e das buzinas... o mau cheiro.
 

“SUSTENTAR” discute novas formas de desenvolvimento econômico, social e ambiental

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1347

Luis Corvini Filho

A 2a edição do Projeto Sustentar terminou hoje (27/05), em Campinas. O evento reuniu, durante três dias, especialistas na temática ambiental, acadêmicos e sociedade em um diálogo sobre novas formas de desenvolvimento econômico, social e ambiental, baseados em projetos de sustentabilidade.
 

Coleta seletiva solidariedade está legalizada em órgãos federais

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Por Larissa Teixeira

1346Em outubro de 2006, o Presidente Lula instituiu a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, por meio do Decreto nº 5.940. Assim, tornou compulsória a coleta seletiva solidária em todos os órgãos públicos federais. Para melhor compreender como se deu a recepção desse decreto e verificar a sua real implementação, dois órgãos federais do Estado do Ceará foram entrevistados, sendo eles a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de Fortaleza (IBGE), além de representantes da Rede de Catadores do Ceará e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano de Fortaleza (SEMAM).  

Tendo como grande propósito discutir o papel das políticas públicas enquanto desencadeadoras de práticas de responsabilidade ambiental e social, toma-se o Decreto nº 5.940, cujo público-alvo são as próprias entidades do governo, como objeto para a análise da eficiência dessas políticas, com a finalidade de identificar quais são as maiores dificuldades enfrentadas e entender os modelos de trabalho empregados até o momento.
 

Falta de Centro de Controle de Zoonose coloca em risco animais e a saúde da população

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São José está entre as cidades do país que não possuem um CCZ

Josiele Souza

As principais conseqüências da falta de um Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em uma cidade são os animais de rua e as doenças que podem ser transmitidas por eles aos seres humanos. O município de São José, na Grande Florianópolis, vive esta realidade que é reivindicada por ONGs e pela população. Os órgãos responsáveis garantem que a cidade possui um projeto de construção de um CCZ, entretanto faltam verbas para a obra ser viabilizada.
 

Usina Mauá – Crescimento ou Decréscimo

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Gustavo Sanches

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Canteiro de obras da Usina Mauá - Foto: ONG MAE

Os programas do governo federal cada vez mais viabilizam verbas para o crescimento econômico do país, o ultimo lançado é o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) com este programa o governo deve investir no Paraná cerca de R$ 4 bilhões em seus quatro anos de andamento em diversas obras de infra-estrutura levando benefícios sociais para todo o estado. Construções como a usina Hidrelétrica de Mauá que está ocorrendo entre as cidades de Telêmaco Borba e Ortigueira, as margens do Rio Tibagi.
 

Profissão do futuro?

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Gilberto Borges da Silveira

Foi Confúcio que falou: “Se não podes conduzir teu negócio conforme teu discurso, não terás sucesso”. É uma tradução livre, claro. Mas isso significa que a hipocrisia, assim como a mentira, tem pernas curtas. Gosto de acreditar nisso.

Em matéria publicada pelo Correio Brasiliense, baseada em pesquisa conduzida pela Fundação Instituto de Administração (FIA), a respeito de profissões do futuro, foi apontada como futuríssima a “gerência de eco-relações”. E o que faz um gerente de eco-relações? Como profissão do futuro, muitas das suas atividades ainda estão para serem desenvolvidas.
 

Cresce o número de favelas e de ocupações irregulares em Niterói

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Reflorestamento e fiscalização são algumas das soluções para acabar com o problema 

Por Elza Albuquerque

Niterói não é mais sinônimo de calmaria. Crescimento urbano desordenado, ocupações irregulares e favelização são problemas que atormentam o cotidiano dos moradores e das autoridades. De acordo com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Controle Urbano, Niterói ganhou, entre 2004 e 2008, 30 novas favelas. Agora a cidade totaliza 130 comunidades. Juntamente com isso, cresce a preocupação com as áreas verdes e com a falta delas em várias regiões.
 

A rua Rocha, na Bela vista, dá exemplo de Sustentabilidade e Cultura de Paz

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Atividades socioambientais unem moradores e comerciantes na construção de um rua mais arborizada e organizada

Mariana Belmont

Poderia ser mais uma dentre milhares de ruas da cidade de São Paulo. Poderia até passar despercebida pelo corre corre diário dos paulistanos, mas a rua Rocha, na região da central da cidade, se transformou num reduto de ações do bem. A partir de uma iniciativa de alguns moradores, junto com a parceria do Núcleo Gestão Descentralizado (NDG) Centro–Oeste da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, a rua está mais arborizada e organizada, ficou mais bonita.
 

A história de um certo Pescador

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Zé Pescador fala às crianças sobre a importância da preservação dos corais/Foto: Arquivo pessoal

Clara Corrêa

Janaína. O nome não poderia ser mais apropriado. Em Tupi, significa Iemanjá, a rainha do mar e protetora das águas. Foi Janaína, com a inocência dos seus oito anos, quem despertou, antes de qualquer outro naquela comunidade, para a importância da preservação ambiental. Seu pai, José Roberto Caldas Pinto, mais conhecido como Zé Pescador, terminava de limpar as lagostas recém-capturadas, quando a menina lhe perguntou o que eram aquelas bolinhas saindo da barriga do animal. “São ovas, cada uma dessas bolinhas iria virar outra lagosta”, explicou Zé, sem muita paciência. “Mas pai, porque então o senhor não deixa elas nasceram antes?”, respondeu Janaína. Foi o suficiente para mudar, para sempre, a vida de Zé e de toda a comunidade onde vivem.

 

À espera de um novo lar

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Em meio a dificuldades e pouca ajuda, Sociedade Protetora dos Animais busca amparar cães e gatos abandonados em Curitiba

Por Bruna Righesso

Em uma casa simples de fachada discreta, situada no bairro Santa Cândida, A Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) abriga mais de 800 animais que foram abandonados. Sem receber apoio do governo do estado ou da prefeitura para o desenvolvimento de suas atividades, a sede da sociedade carece de estrutura física e materiais, passando a chamar a atenção da vizinhança devido ao odor das fezes dos animais.
 
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