Pré-Sal na USP
Em continuidade ao “Pré-Sal na USP: Ciclo de Seminários”, a sessão “Geologia e Exploração” será realizada em quatro seminários no mês de maio e dois no mês de junho.
Informamos agora a programação de maio, que será realizada em parceria com o “Ciclo de Seminários do Departamento de Gefísica” do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP e cuja coordenação está a cargo da Profa. Yara Regina Marangoni.
Local de realização:
Auditório G do IAG/USP – Rua do Matão, 1226, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo
Não haverá inscrição preliminar.
Informações com Inês Iwashita em O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e fones 11 3091-1685 e 9603-4819
PROGRAMAÇÃO
06 de maio de 2010, 16h30
Neste seminário será abordada a matriz energética mundial e o papel do petróleo em face às demandas ambientais. Discute-se em seguida o significado do Pré-Sal em termos geológicos, o processo de acúmulo de conhecimento na exploração de petróleo no Brasil que levou a sua descoberta, a sua dimensão estimada nas áreas já licitadas, comparativamente ao que foi descoberto até então e as estimativas seguida de produção nos próximos anos.
13 de maio 2010, 16h30
20 de maio 2010, 16h30
A região Sudeste do Brasil não se constituiu, de forma alguma, em uma típica margem passiva tal como preconizada na visão clássica da Teoria da Tectônica de Placas. Cerca de 25 Ma após cessado o rifteamento iniciou-se um levantamento de natureza epirogenética da crosta continental em resposta à passagem da Placa Sul-Americana sobre uma anomalia térmica (hot spot de Trindade). Este soerguimento foi acompanhado de intenso magmatismo. Um megaplanalto de cerca de 300.000 km2 (aqui denominada Serra do Mar Cretácea) foi formado durante este período e transformou-se na principal área-fonte de sedimentos das Bacias de Santos, Campos e Paraná. Nesta palestra será discutido a evolução destas feições e sua importância na formação de corredores de grábens paralelos à costa.
As bacias sedimentares brasileiras e internacionais são caracterizadas por uma grande variação de idades de deposição de sequências evaporíticas. A geohistória do sal no globo terrestre engloba desde bacias proterozóicas até bacias formadas no Neogeno. Há uma intrigante correlação entre bacias evaporíticas e acumulações de hidrocarbonetos, sendo que várias fronteiras exploratórias foram inicialmente delineadas através da interpretação da tectônica de sal. Apresenta-se nesta palestra uma análise sucinta de algumas bacias onde os evaporitos desempenharam um papel importante para a ocorrência de acumulações de petróleo.




